
Arquipélago das Berlengas
Reserva Natural oceânica ao largo de Peniche, com acesso condicionado à Berlenga Grande.
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Lugares das Rotas
Páginas individuais ligadas às rotas: monumentos, praias, linhas ferroviárias e percursos.

Reserva Natural oceânica ao largo de Peniche, com acesso condicionado à Berlenga Grande.
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Mandado construir por D. Manuel I no início do século XVI, é uma obra maior da arquitetura manuelina e integra, com a Torre de Belém, o Património Mundial da UNESCO desde 1983.
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Construído no século I e profundamente associado ao antigo fórum romano, conserva um pódio e uma colunata coríntia que se tornaram a imagem mais reconhecível da Évora romana.
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Erguida entre 1514 e 1520 junto ao Tejo, combinou defesa da barra de Lisboa com representação régia e tornou-se um dos símbolos da arquitetura manuelina.
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Iniciada no final do século XII, a catedral reúne linguagem românica e gótica, ampliações posteriores, um claustro medieval e um terraço que permite compreender a cidade histórica e a planície.
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A antiga alcáçova ocupa uma das colinas mais altas de Lisboa e conserva muralhas, torres, vestígios arqueológicos e uma leitura ampla sobre a cidade e o estuário do Tejo.
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Criada por franciscanos no século XVII, utiliza ossadas humanas como composição arquitetónica e reflexão sobre a brevidade da vida; integra a Igreja de São Francisco, não sendo um monumento isolado.
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Instalado no antigo Convento da Madre de Deus, apresenta a história do azulejo em Portugal e inclui a igreja barroca e o grande painel panorâmico de Lisboa anterior ao terramoto de 1755.
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A antiga sinagoga do século XV conserva uma sala quadrangular com quatro colunas e doze mísulas, numa arquitetura simbólica rara; acolhe o Museu Luso-Hebraico Abraão Zacuto.
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D. Fernando II transformou um antigo mosteiro jerónimo num palácio romântico do século XIX, combinando alas históricas, revivalismos arquitetónicos e um parque concebido como paisagem.
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A igreja matriz domina a Praça da República e reúne elementos góticos e manuelinos; a torre, o portal e o interior ajudam a ler a importância urbana de Tomar nos séculos XV e XVI.
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Fortificação de origem islâmica, implantada na serra entre afloramentos graníticos, dominava o território e os acessos a Lisboa; a visita percorre muralhas, escadarias e miradouros expostos.
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Construída a partir do século XVI, a catedral apresenta uma fachada de feição maneirista e um interior sóbrio; a sua implantação liga o centro urbano ao percurso de subida para o castelo.
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Habitação régia durante séculos, reúne arquitetura medieval, manuelina e de épocas posteriores; as duas chaminés cónicas da cozinha marcam a silhueta do centro histórico.
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Instalado junto ao rio Lis, interpreta técnicas tradicionais ligadas à moagem de cereais e à produção de papel, atividade documentada em Leiria desde o início do século XV.
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O palácio romântico associado a Francis Cook combina referências góticas, indianas e mouriscas; o parque organiza espécies de várias partes do mundo em cenários botânicos distintos.
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A entrada principal da vila muralhada organiza-se em cotovelo, solução defensiva medieval, e inclui um oratório revestido por azulejos setecentistas dedicados à Paixão de Cristo.
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O conjunto barroco desenhado por Nicolau Nasoni no século XVIII inclui igreja, casa da irmandade e a torre que se tornou uma referência vertical e urbana do Porto.
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A igreja matriz ocupa a praça principal e reúne arquitetura e arte de várias épocas; destaca-se o revestimento azulejar e a pintura seiscentista ligada a Josefa de Óbidos.
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A catedral desenvolveu-se desde a Idade Média e reúne elementos românicos, góticos e barrocos; do terreiro abre-se uma das leituras mais claras sobre o casario histórico.
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Construído no século XVIII no monte da Graça, é uma fortificação abaluartada de grande complexidade, organizada em obras exteriores, corpo principal e reduto central.
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Inaugurada no início do século XX, ocupa o lugar do antigo convento de São Bento de Avé-Maria; o átrio é revestido por painéis de azulejo de Jorge Colaço com episódios históricos e cenas regionais.
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Erguido no século XVII para reforçar a defesa da fronteira, é uma fortificação estrelada com baluartes, revelins, fossos e um núcleo central que hoje integra um museu militar.
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Construído pela Associação Comercial do Porto a partir do século XIX, articula espaços de representação, incluindo o Pátio das Nações e o exuberante Salão Árabe.
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Construído entre os séculos XVI e XVII para abastecer Elvas, estende-se por vários quilómetros e alcança quatro ordens de arcos no troço monumental junto à cidade.
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O Paço das Escolas ocupa o antigo paço real e é o núcleo simbólico da Universidade, fundada em 1290; integra o conjunto Universidade de Coimbra — Alta e Sofia, Património Mundial desde 2013.
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Concluída no início do século XVI, a catedral conserva uma estrutura de tradição gótica e um notável teto mudéjar em madeira, testemunhando a prosperidade inicial do Funchal.
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Construída no século XVIII durante o reinado de D. João V, é uma biblioteca barroca de aparato, organizada em três salas revestidas por estantes e decoração em talha e pintura.
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Criado em 1960 na Quinta do Bom Sucesso, reúne coleções de plantas da Madeira e de outras regiões, jardins ornamentais e vistas sobre o anfiteatro do Funchal.
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A catedral românica, iniciada no século XII, conserva uma aparência fortificada, um portal de grande sobriedade e um claustro gótico que testemunha fases posteriores do conjunto.
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Os três arcos em pedra basáltica e cantaria clara foram transferidos para a atual Praça de Gonçalo Velho no século XX e funcionam como símbolo urbano de Ponta Delgada.
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Nascente do Nabão, águas frias e um passadiço entre Ourém e Tomar.
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Fundado junto ao Mondego no século XIV e repetidamente afetado por cheias, o mosteiro foi abandonado no século XVII; a intervenção arqueológica permite hoje compreender igreja, claustro e quotidiano conventual.
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Construída a partir do século XVI, a matriz combina elementos manuelinos e intervenções barrocas, com portais trabalhados em pedra vulcânica e cantaria clara no centro da cidade.
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O santuário desenvolve-se numa encosta através de escadórios, capelas, fontes e jardins, compondo uma via sacra barroca culminada pela igreja; é Património Mundial desde 2019.
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Instalada no interior da Vila-Adentro, a catedral foi reconstruída e transformada após ataques e terramotos; reúne capelas, talha, azulejos e uma torre com vista sobre a Ria Formosa.
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Ligada às origens da diocese e da cidade medieval, a catedral reúne sucessivas campanhas românicas, góticas, manuelinas e barrocas, além do tesouro e das capelas anexas.
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A porta neoclássica aberta no início do século XIX integra vestígios de uma entrada medieval e dá acesso ao núcleo histórico amuralhado conhecido como Vila-Adentro.
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Casa-mãe da Congregação Beneditina Portuguesa a partir do século XVI, o conjunto conserva igreja, alas conventuais, cerca monástica e um notável programa decorativo barroco.
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As muralhas preservadas resultam de fases islâmicas e cristãs e envolvem um jardim; dos pontos altos é possível compreender a relação entre o casario, o rio Gilão e a paisagem lagunar.
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Instalado num palácio urbano dos séculos XVII e XVIII, apresenta ambientes de uma casa senhorial e um jardim histórico organizado em patamares, com fontes, azulejos e árvores antigas.
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Erguida após a conquista cristã no local da antiga mesquita, conserva um portal gótico, elementos de várias reconstruções e a memória dos cavaleiros ligados à tomada de Tavira.
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A ponte pedonal de vários arcos liga as duas margens do centro histórico. Embora seja muitas vezes chamada romana, a estrutura visível resulta de reconstruções medievais e modernas.
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Fortaleza abaluartada na fronteira
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Castelo, memória judaica e Cabral
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Recinto medieval sobre o vale do Côa
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Granito e água na Serra da Gardunha
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Aldeia Histórica de Portugal
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Egitânia entre Roma e a Idade Média
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Castelo sobre a vertente da Estrela
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Cidadela e arrabalde de uma vila fortificada
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Aldeia de granito sobre a campina
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Xisto em anfiteatro na Serra do Açor
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Vila medieval dentro das muralhas
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Muralhas, castelo e memória judaica
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Aldeia do Xisto · Serra da Lousã
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Aldeia do Xisto · Serra da Lousã
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Aldeia do Xisto · Serra da Lousã
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Xisto sobre as Fragas de São Simão
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Aldeia do Xisto · Serra da Lousã
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Xisto, criatividade e floresta
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Aldeia do Xisto · Serra da Lousã
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Aldeia do Xisto · Serra da Lousã
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Aldeia do Xisto · Serra da Lousã
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Aldeia do Xisto · Serra da Lousã
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Aldeia do Xisto · Serra da Lousã
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Aldeia do Xisto · Serra da Lousã
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Aldeia do Xisto na Serra da Lousã
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Aldeia do Xisto · Serra do Açor
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Aldeia do Xisto · Serra do Açor
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Aldeia serrana entre xisto e quartzito
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Aldeia do Xisto · Serra do Açor
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Aldeia do Xisto · Serra do Açor
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Aldeia do Xisto · Zêzere
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Aldeia do Xisto · Zêzere
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Aldeia do Xisto · Zêzere
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Xisto e seixos junto ao Zêzere
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Aldeia do Xisto · Zêzere
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Aldeia do Xisto · Zêzere
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Pequeno núcleo de xisto entre ribeiras
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Aldeia do Xisto · Tejo–Ocreza
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Muros de xisto junto ao rio Ocreza
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Antiga vila sobre o vale do Ocreza
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Estação terminal no Douro Superior
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Mar e ribeira na foz do Seixe
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Cascatas e passadiços em Vila de Rei
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Caldeira vulcânica e lagoas em São Miguel
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Canais de água e caminhos pela ilha
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Calcário, grutas e muros de pedra seca
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Altitude e diversidade no Alto Alentejo
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Aldeias, planaltos e bosques transmontanos
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Granito, xisto e as Fisgas de Ermelo
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Arribas e planaltos na fronteira
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Vales fronteiriços e aves rupícolas
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Rio, estepe e Pulo do Lobo
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Serra, palácios e costa atlântica
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Vales encaixados entre Trás-os-Montes e Douro
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Fortificação medieval associada à formação do reino e ao núcleo histórico de Guimarães.
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Uma das silhuetas fortificadas mais marcantes de Portugal, com estruturas de diferentes fases medievais.
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Conjunto fortificado sobre a cidade, transformado ao longo da Idade Média e recuperado nos séculos XIX e XX.
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Conjunto classificado como Monumento Nacional que reúne o castelo medieval e o paço quatrocentista dos Condes de Ourém.
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Conjunto templário e conventual desenvolvido desde o século XII e integrado no Património Mundial da UNESCO.
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Fortificação numa ilhota do Tejo, reconstruída pelos Templários no século XII e acessível segundo as condições locais.
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Fortificação dominante da vila muralhada de Óbidos, apresentada na rota como desvio opcional pelo Oeste.
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Fortaleza implantada na crista quartzítica de Marvão, com domínio visual sobre a fronteira.
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Recinto fortificado no ponto alto da vila, ligado à defesa da fronteira alentejana.
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Núcleo fortificado da cidade alta de Estremoz, marcado pela torre de menagem medieval.
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Fortificação no extremo da vila muralhada, sobre a planície e a albufeira do Alqueva.
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Grande recinto fortificado de taipa avermelhada que domina a antiga capital islâmica do Algarve.
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Praia atlântica junto à foz do Minho, exposta ao vento e com vista para a Ínsua.
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Areal amplo e exposto da costa de Viana do Castelo, com mar frequentemente energético.
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Praia oceânica junto ao cordão dunar e à povoação conhecida pelos palheiros às riscas.
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Areal urbano da Nazaré; não deve ser confundido com a Praia do Norte e as ondas gigantes.
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Conjunto de areais junto à península do Baleal, com exposição marítima variável.
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Praia aberta aos ventos atlânticos entre Cascais e a Serra de Sintra.
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Extenso arco de praias a sul do Tejo, com acessos, vigilância e condições diferentes por troço.
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Areal atlântico junto aos sistemas dunares da península de Troia e do estuário do Sado.
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Enseada encaixada em arribas da Costa Vicentina, com acesso condicionado pela topografia.
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Praia selvagem da costa ocidental algarvia, rodeada por arribas escuras.
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Conjunto costeiro de arribas, arcos e farilhões junto a Lagos, observado por terra ou em saídas marítimas autorizadas.
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Pequena praia entre arribas calcárias do concelho de Lagoa, sujeita a risco de queda de blocos.
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Longo areal algarvio acompanhado por arribas coloridas, entre a zona de Olhos de Água e Vilamoura.
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Sistema lagunar protegido do Algarve, com ilhas e penínsulas acessíveis por ligações marítimas ou terrestres específicas.
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Praia da ilha de Santa Maria conhecida pela areia mais clara do que a habitual no arquipélago.
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Extenso areal na costa sul da ilha do Porto Santo.
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Zonas balneares numa albufeira inserida em paisagem protegida de Trás-os-Montes.
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Zona de lazer junto ao Douro Internacional, dependente das condições sazonais e locais.
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Zona balnear no rio Cávado, próxima de Braga.
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Zona balnear de montanha alimentada por cursos de água da Serra da Estrela.
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Área balnear no vale do Zêzere, junto à aldeia de Valhelhas.
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Zona balnear do rio Ceira integrada na vila de Góis.
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Garganta rochosa e zona balnear associada à ribeira de Alge, com passadiços e acessos próprios.
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Praia interior junto à albufeira do Alqueva e à aldeia de Amieira.
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Zona balnear na albufeira do Maranhão, junto a Avis.
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Praia interior na Mina de São Domingos, no concelho de Mértola.
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Zona balnear na ribeira de Cadavais, próxima de Alcoutim.
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Ligação ferroviária que acompanha progressivamente o vale do Douro entre Porto e Pocinho.
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Produto turístico sazonal da CP, distinto dos serviços regulares da Linha do Douro.
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Linha ferroviária de via estreita da região de Aveiro, com oferta sujeita a alterações operacionais.
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Experiência ferroviária turística com programação específica, não um serviço histórico diário permanente.
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Núcleo museológico dedicado ao património da Linha do Vouga.
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Eixo ferroviário do centro interior, com troços próximos do Tejo e ligações à rede nacional.
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Percurso pedonal junto ao rio Paiva, com bilhete, escadarias e logística de transporte a confirmar.
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Rede de caminhos de peregrinação com variantes oficiais, etapas e credencial próprias.
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Rede de percursos pedestres no sudoeste de Portugal, com etapas e regras oficiais.
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Grande rota rural integrada na Rota Vicentina.
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Percurso costeiro da Rota Vicentina, exposto ao terreno arenoso, vento e arribas.
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Percurso costeiro algarvio sobre arribas, entre a Praia de Vale Centeanes e a Praia da Marinha.
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Rede de percursos com estados de abertura, reservas e regras definidos pelas autoridades regionais.
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Rede regional de percursos pedestres em ilhas vulcânicas, sujeita a meteorologia e encerramentos.
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