Uma rede, quatro territórios
As 28 Aldeias do Xisto distribuem-se pela Serra da Lousã, Serra do Açor, Zêzere e Tejo-Ocreza. Visitar toda a rede numa só viagem seria cansativo; seis dias permitem conhecer uma seleção coerente.
Serra da Lousã
Use Lousã ou Miranda do Corvo como base para Cerdeira, Candal, Talasnal, Chiqueiro, Gondramaz, Casal de São Simão ou Ferraria de São João. Escolha duas ou três por dia e respeite acessos estreitos e estacionamento exterior.
Serra do Açor
Continue para Benfeita, Vila Cova de Alva, Aldeia das Dez e Fajão. Combine património com a Mata da Margaraça e Fraga da Pena apenas quando acessos e risco de incêndio o permitirem.
Zêzere e Tejo-Ocreza
Álvaro, Janeiro de Cima, Janeiro de Baixo, Barroca, Pedrógão Pequeno, Água Formosa e Martim Branco mostram relações diferentes entre pedra, rio e comunidade. As distâncias parecem curtas no mapa, mas as estradas são lentas.
Caminhar e nadar
Use apenas Caminhos do Xisto sinalizados e confirme distância, desnível e manutenção. Nas praias fluviais, verifique qualidade da água, vigilância e condições locais; água calma à vista pode esconder profundidade e corrente.
Respeito pelas aldeias
São lugares habitados, não cenários. Não fotografe pessoas ou interiores sem consentimento, reduza ruído, leve resíduos e privilegie alojamento, restauração e artesanato locais. As aldeias distribuem-se por várias serras e não formam um circuito curto. Selecione uma rede ou sub-região, conduza com atenção em estradas estreitas e verifique trilhos, restauração e alojamento. O silêncio das povoações corresponde também à vida dos residentes, que deve ser respeitada.

































